S
E M E N D
E R E Ç O
C l e i d e C
a n t o n

Não esperes
que eu viva prisioneira
dos teus sonhos
incertos, bifocais,
se na vida eu me
vejo passageira
numas trilhas que
só buscam
ideais.
Vejo falhas nas
rimas do teu canto.
Não entendo
o teu rumo, as tuas
tramas.
Hoje busco meus
sorrisos, nego o
pranto
e o estigma do qual
tu só reclamas.
Quero flores beijando
o meu refrão,
cores vivas me bordando
este brasão
que coloco neste
espaço que
mereço.
É tão
farto de magia este
meu mundo,
que renascem no
seu vale mais fecundo
estes versos que
te dou, sem endereço.

C l e i d e C
a n t o n
São
Paulo / SP - 22/03/2007
-
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S
i t e d e
C l e i d e C
a n t o n

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Marzo 2003
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