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Extrema
Liberdade
S
i l v
i a S
c h m
i d t
Eu, que
vivi da
vida as
desventuras,
E que
do amor
traguei
toda a
fumaça,
Tenho
a certeza
de que
tudo passa,
Desde
a verdade
às
ilusões
impuras.
Eu, que
domei
as minhas
amarguras,
Eu, que
afoguei
as mágoas
e a desgraça,
Trago
no instinto
o que
me inspira
a caça
De um'outras
vidas
e outras
aventuras.
Eu,
que não
morro
ainda
que a
vontade
De antecipar
meu rumo
à
eternidade
Faça
de mim
um ícone
da morte,
Tenho
comigo
a espiritualidade
Que me
cerceia
a extrema
liberdade
De transmutar
a minha
própria
sorte.
S
i l v
i a S
c h m
i d t
São
Paulo/SP
- Janeiro
de 2007
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Protegidos
©2007
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com Amor.
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do Autor.
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de Página
: Leila
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