Poesias de Sílvia Schmidt
P o e s i a s  d e  S í l v i a  S c h m i d t
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- J á  e d i t a d a s  e m  l i v r o s -

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Lei nº 9610 , de 19 de fevereiro de 1998


M E N U


teus quandos e tuas flores ante-sala
mágoa e perdão
mortas metades
descompasso renascente
canto de sabiá tédio e bocejo
não com ... nem com nome que deu certo
nova força menininha
festas e restos nome e sobrenome
asas da inconseqüência
declaração de amor
- Fátima Irene Pinto-
náufragos tela mental
o poeta e a coerência buquê de rosas
menor e sem pecado cabeça louca
face a face com espelhos vadiagem
até quando saberás? amor em estado bruto
- Jenário de Fátima -
lunaris
- Um Soneto em Dueto -
final de sonho
- Jenário de Fátima -
duas partes
- Jenário de Fátima -
espera um pouco
ventre esvaziado sem endereço
- Um soneto de Cleide Canton -
imitação declaração de amor
- Fátima Irene Pinto -
espanto e canto soneto da contrição
- Solange Rech -
preço alto volta por cima
caricatura
- Fátima Irene Pinto -
um quê de vida
gueixa vencedora
- Cleide Canton -
dupla sarnenta quarta de cinzas
flor de luto certeza de luz
(SHÖN G.R.)
extrema liberdade

manso feitiço
temida viagem

extinção
um dia de junho perseverante loucura
papelpoeta chegarás
loirinhas e moreninhas
(SHÖN G.R.)
mulher minha
(SHÖN G.R.)
amor perfeito há de secar
nem sei se existes mulher de sal
que inveja! dentro de nós
eternos amanheceres tempo perdido
amor e ódio em busca de ti
bico doce levada e franzina
antecipação solaris
( um soneto em dueto)
longínqua estrela só para que saibas
sono e insônia a parte radical
sobre a saudade arquivado momento
velho charme viagens no tempo
pede um presente quando nasceu o meu amor
chaves do coração fiéis e infiéis
o limpo e o imundo o amor primeiro
(Em reedição)
a busca
(Vera Regina Gaetani)
galhos secos
tempo certo
Solange Rech (Poeta-Rei)
soneto
Solange Rech (Poeta-Rei)
sem fritura um rio de mágoa
amor errante
(Um soneto de Cleide Canton)
réu confesso
de volta bela entrega
homem loiro no clarão da lua
cigano
a bruxa dos ventos
astro-rei bicudo zangado
rendição coração vazio
eu te amo livre
maldita entre as mulheres
soneto de separação
Tom Jobim e Vinícius de Moraes
um poeta de verdade
quando morre um poeta
amanhecer
varanda
bem-te-vi
eu sou teu bem-te-vi 
(Solange Rech , o Poeta Rei)     
busca
força frágil
leito que tu queres quente
dentro e fora feliz indiferença
sol ... quem sabe?
bravo par
segue!
miragem
depois da tempestade
J e n á r i o  d e  F á t i m a
3 horas todo dia
sina
J e n á r i o  d e  F á t i m a
tic - tac
não olhes para o céu
Solange Rech
post mortem
vento, saudade, poesia   
E m i l i a  P o s s í d i o      
era mentira   
máscara transparente
eu acreditei
M i r e l l a  L u c h i n y t z s
sólido chão  
dono de mim
cansaço
cicatriz
quando eu morrer
um anjo triste
medo de perder-te
estrelas cadentes
dia de faxina
( R o s y   B e l t r ã o )
sinto muito
Garanhão? ... sei não ...
feito reza brava
posse de gente
homem de preto
dando carona uma louca de sorte
a hora exata um a mais
ala vazia beijo vermelho  
recaminhar fazendo tipo
poeta por um dia pagando o preço
vazio de ti um reino particular
por favor, silêncio hipócrita aceitação
homem de mim cama sacana
amor de terceira mão soneto de querer
campo minado nossas bocas
rabo de arraia você não percebeu?
uso e abuso profecia
o que sobrou as duas portas
estarei mentindo rotina de amor
mostra a cara! versos de amor
bordando palavras
chove
eu já fui cidadã gaivota
tolinho agora ou nunca!
ausência príncipe adormecido
berço do fim digo-te , porém
o primeiro amor teórica sabedoria
só contigo eu vou olá, solidão!
jogo de azar diários de primas
ciência e arte breve silêncio
saber partir  


Declaração dos Direitos do Amor











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